Ator e Sandra Delgado estão juntos desde 2001. O casal de baianos tem três filhos: Bem, Salvador e José.

O ator Wagner Moura e a esposa, Sandra Delgado, completam 25 anos de relacionamento no Carnaval deste ano. O casal, que se conheceu na faculdade, começou a namorar durante a festa de 2001, em Salvador.
No domingo (11), os dois estavam juntos durante a premiação de Wagner Moura no “Globo de Ouro 2026“. O baiano fez história e venceu como melhor ator em filme de drama com “O Agente Secreto”. É a primeira vez que um ator brasileiro vence na categoria. O filme dirigido por Kleber Mendonça Filho também saiu vitorioso na categoria melhor filme em língua não-inglesa.
A história do casal foi contada por Sandra em 2007, durante participação do esposo no quadro “Arquivo Confidencial”, do Domingão do Faustão, da TV Globo.
O que era para ser apenas um beijo atrás do trio elétrico virou um relacionamento duradouro. Na época, Sandra pediu demissão dos dois empregos, na capital baiana, e se mudou para o Rio de Janeiro para morar com Wagner Moura.
“A gente casou sem nunca ter namorado”, disse Sandra.
Natural de Salvador, Sandra Delgado é jornalista formada pela Universidade Federal da Bahia (Ufba), fotógrafa, documentarista e roteirista. Atualmente, ela vive e trabalha entre o Rio de Janeiro e Los Angeles, nos Estados Unidos.
Juntos, Wagner e Sandra têm três filhos: Bem, Salvador e José.
Conheça Sandra Delgado

A baiana se formou em Comunicação Social e Jornalismo na Ufba, em 1998; fez pós-graduação em “Fotografia como Instrumento de Pesquisa nas Ciências Sociais” na Ucam-RJ, em 2001; e entre 2011 e 2015, desenvolveu pesquisa autoral na Escola de Artes Visuais (EAV) do Parque Lage, no Rio de Janeiro.
Como artista visual, Sandra tem como mídia principal a fotografia, mas também usa técnicas de gravura, vídeo, projeção e áudio nas suas instalações.
No início da carreira, entre 1999 e 2001, ela trabalhou como assistente do fotógrafo Mario Cravo Neto, na capital baiana.
Depois, se mudou para o Rio de Janeiro e trabalhou como fotógrafa e editora de fotografia do Portal Viva Favela, projeto de jornalismo comunitário da Ong Viva Rio de 2002 a 2006, onde realizou uma série de publicações, exposições (FotoRio 2003, FotoRio 2005) e intervenções urbanas nas comunidades cariocas: Rocinha, Complexo do Alemão, Maré e Queimados, em 2006, junto ao coletivo Viva Favela.
Ainda em 2006, o coletivo Viva Favela recebeu o prêmio de Direitos Humanos e Fotografia Documental da Open Society Institute/Fundação Soros, pelo conjunto da obra.

Em 2016, a baiana fez parte da Escuela FLORA, programa de estudos focado na prática de atelier desenvolvido pela FLORA ars+natura, um espaço de arte contemporânea, dirigido pelo aclamado curador José Roca, voltado para as relações entre arte e natureza, que fica em Bogotá, na Colômbia.
Já em 2018, seu projeto “Objetos da Memória” abriu o Festival Internacional de Fotografia do Rio de Janeiro – FotoRio Resiste no Retrato Espaço Cultural, com uma instalação composta por retratos, objetos biográficos e depoimentos em áudio com as memórias dos retratados.
No ano de 2021, trabalhou como roteirista da série de drama histórico “Maria Bonita”.
Como documentarista, Sandra foca em manter viva a memória e a trajetória de artistas brasileiros.
Entre 2008 e 2010, realizou as filmagens para a série documental Terceiro Sinal, composta por quatro episódios, apresentando alguns dos grandes nomes da direção teatral brasileira: Aderbal Freire-Filho, José Celso Martinez Corrêa, Amir Haddad e Domingos Oliveira. A série estreou em novembro de 2015, no canal GNT, da TV Globo.


